Primeiro encontro

Era uma vez um jovem chamado Luís... Ele já havia desistido dos primeiros encontros, mas um amigo insistiu em lhe apresentar alguém, então Luís pensou: “o que não mata fortalece”. Depois de muitos anos de encontros às escuras, ele já sabia o quanto um primeiro encontro pode ser hostil. “É como uma entrevista de trabalho, você fica nervoso, procura aprovação e quer saber se aquele emprego é o emprego certo para você”, refletiu ele.


Então Luís marcou um encontro casual, por acaso se encontrariam para assistir um filme, depois iriam jantar. Ele estava preparado para um desastre e já havia se convencido disso. Algum tempo depois, o encontro era o oposto, ou seja, um sucesso. Trocaram ideias, riram das mesmas coisas, tinham pontos de vistas interessantes sobre diversos assuntos, se fosse uma entrevista de emprego Luís teria conseguido o emprego certo e a empresa teria conseguido o profissional que estava procurando.

Mais tarde, pensando sobre todos os primeiros encontros ruins e esse excepcionalmente bom, ele achou que valia a pena. Sim, valia a pena passar por tanta coisa ruim, desde que quando acontecesse algo realmente bom ele fosse capaz de identificar e observar ali a chance única de fazer aquilo funcionar.

Ainda é cedo para dizer onde isso vai dar, mas uma coisa Luís sabe, o importante é nunca deixar de tentar, porque se ele tivesse deixado de tentar, deixaria de ter oportunidades e, dentre inúmeras oportunidades ruins, existe aquela que é a oportunidade certa pra você, seja em um emprego ou em um relacionamento.

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