Razão e sensibilidade

Desde o início dos tempos, filósofos como Parmênides e Heráclito discutem se devemos confiar na razão ou nos sentidos. Por tanto, essa é uma das questões mais antigas da humanidade. Mas será que alguém se atreve a responder?

Ao refletir sobre uma situação, constantemente, nos cobramos por respostas. Muitas vezes, sem percebermos, ficamos divididos entre a razão e emoção na hora de tomar as decisões. Talvez, para coisas do coração a emoção e para coisas do cérebro a razão, talvez não, para coisas do coração a razão e para coisas do cérebro a emoção?

Existem coisas que não se podem racionalizar apenas sentir e coisas que são raciocínios lógicos que não é preciso sentir para entender do que se trata.Heráclito dizia que o bem e o mal eram necessários ao todo, ou seja, talvez, a razão e a emoção devam coexistir assim como o bem e o mal? Algumas decisões precisam ser analisadas sob as duas perspectivas?

Não me atrevo a responder. Me considero uma pessoa emocional até o ponto que a emoção não me cegue, não vire um dogma, e tento fazer um bom uso da razão. Mente e coração podem se tornar duas forças trabalhando juntas, pelo menos na maioria das vezes. E no fim das contas, você nunca vai ter certeza absoluta de que fez a escolha certa então você tem que confiar em si mesmo e seguir em frente.

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