Nem puta nem santa

Recentemente uma amiga vem me perguntando inúmeras vezes “eu sou puta ou eu sou santa?”. A principio eu realmente tentei analisar essa questão apenas pelas alternativas que me foram dadas, mas nenhuma delas parecia correta e depois de muito protelar resolvi responder “nem puta nem santa” Por que é que para a sociedade desse mundo globalizado e em maioria feito de mulheres de todos os tipos, raças, culturas, crenças, tamanhos e orientação sexual quando se trata da vida sexual da mulher se resume somente à duas opções? Será o homem tão limitado assim? Esse é um momento histórico onde na sociedade a mulher pode ter tanto poder e dinheiro quanto os homens e o direito de escolher com quem querem ir para a cama, claro que com o poder da escolha vem o ônus da consequência, mas só quem pode julgar isso é a própria mulher e não uma tradição ridícula que só continua sendo passada a frente por falta de conceitos que possam definir essa nova mulher. Vamos deixar à santa e a puta para um mundo velho e obsoleto feito por homens limitados. Quanto a minha amiga eu me sinto orgulhoso e realmente admiro que ela tenha rompido rótulos e redefinido padrões e admiro sua liberdade de ser quem ela quiser ser, nem puta nem santa, mulher e muito mais.

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